-Haverá um seminário para elaborar uma política institucional de combate à violência sexual e de gênero. (http://www.unifesp.br/…/391-seminario-dialogo-e-proposicoes…)
-Haverá um seminário sobre acessibilidade e inclusão (http://www.unifesp.br/…/acessibili…/seminario-acessibilidade)
-Está aberto o edital Pró-Cultura (mais informações http://www.unifesp.br/…/editais…/224-edital-proculltura-2016)

-No último dia da gestão da presidente Dilma, o orçamento do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que é basicamente de onde vem o dinheiro da PRAE foi cortado em 20%. É a primeira vez que o PNAES foi contigenciado. O planejamento da PRAE fechava zerado com o repasse total. Com 20% de dinheiro a menos, as contas não fecham. A decisão da Reitoria e do CAE foi que a prioridade do uso do dinheiro era com as bolsas PAPE. As bolsas do PBP são pagas diretamente pelo Governo Federal, portanto estão fora da alçada de atuação da Universidade (vale lembrar que o MEC não aceita mais pedidos de novas bolsas PBP. Por ora, quem já tinha continua recebendo). Então, foi separado dinheiro para pagar todas as bolsas PAPE até o fim desse ano. Dessa forma, vai faltar recurso para pagar os RUs (restaurantes universitários), que já estavam sendo cobertos com dinheiro extra-PRAE (dos campi, por exemplo). Pra quem gosta de números, o rombo no orçamento da PRAE agora é de 2.5 milhões de reais.
-Vale lembrar que os cortes no orçamento da Universidade aumentam a cada ano, enquanto o número de alunos cresce em cerca de 2% por ano. Esse ano, 50% dos ingressantes são cotistas. Com isso, o valor da bolsa PAPE não é reajustado desde 2011 (o que, considerando-se a inflação, significa que ela vem diminuindo). Se o PBP não voltar, as pessoas que o recebiam vão solicitar PAPE, e não sabemos se a Universidade vai ser capaz de dar bolsa pra todo mundo que precisa.
-A posição que o CAE e a Reitoria defendem é de que sem bandejão, a Universidade não pode funcionar. Sobre a posição do CAE em relação aos cortes, foi escrita uma moção. Essa posição não é unânime. A Diretoria do campus São Paulo, por exemplo, é a favor de se cortar o bandejão.

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