Pautas:

1. Manifesto contra Weintraub

2. Manifesto da campanha de articulação intercampi contra o ensino remoto

3. Cinecapb 

4. Retorno presencial do quinto ano

5. Proposta embaixadores do COMEPP – adiada

6. Forms sobre ROs – adiada

7. diCAPB – adiada

8. Participação do GT – adiada

I. MANIFESTO CONTRA WEINTRAUB

– Fernanda: Apresenta a campanha que está sendo lançada pelo MUP, explica o que é o MUP e que existe o MUPUnifesp. Essa campanha busca a exoneração do Weintraub, que ainda consta no quadro de docentes da Unifesp. O motivo dessa necessidade de exoneração diz respeito ao ideal do desmonte neoliberal da universidade, da invenção de fake news em torno da universidade pública (balbúrdia, improdutividade, consumo de drogas, etc) que é representada e fortalecida pelo ex-ministro. Existe uma sindicância aberta em respeito ao uso do nome da Unifesp e do seu cargo para se promover em ocasião de projetos pessoais dele. A ideia é apoiar ou não o manifesto enquanto CAPB. 

– Larissa: Concorda com o manifesto, devido ao discurso sempre proferido pelo ministro em relação à deslegitimação da universidade.

– Mariana: também concorda com o manifesto, pergunta como exatamente poderia ser viabilizada essa exoneração.  

– Fernanda: (Resposta à Mariana) a universidade, politicamente, poderia reabrir a sindicância, para que haja uma continuidade do processo de possível exoneração. A ideia primordial é pedir um posicionamento da universidade. Esse movimento não veio só do MUP, também foi demanda de um grupo de docentes do campus Osasco. 

– Larissa: Pergunta para Fernanda se o Weintraub continua recebendo salário de docente mesmo enquanto ocupava o cargo de ministro, e agora no Banco Mundial.

– Fernanda: responde que imagina que sim, mas não pode afirmar. Pretende conferir e trazer para a próxima RO 

– Larissa: pergunta qual seria a proposta em relação a essa pauta, já que não houve mais inscrições

– Chau: Pergunta como deveria ser feita a articulação do CAPB em relação à campanha

– Fernanda: Apresenta como proposta, inicialmente, fazer a divulgação da campanha nas redes do CAPB e integrá-la nas etapas que ainda vão acontecer (ex. participar de movimentos como foi feito no caso da divulgação das fotos com a placa “fora weintraub da unifesp”), a partir da disponibilidade dos estudantes. Essa segunda parte é futura. O importante, em primeiro lugar, seria a divulgação. Aponta que a assinatura é pessoal e não por entidade. 

Encaminhamento:

– Fazer divulgação do manifesto contra Weintraub (dpto comunicação) – APROVADO POR CONSENSO.

II. MANIFESTO DA CAMPANHA DE ARTICULAÇÃO INTERCAMPI CONTRA O ENSINO REMOTO

clique aqui para acessar o documento do manifesto.

– Chau: Apresentação da pauta – aponta que o manifesto surgiu depois de um CR-DCE, que criou uma comissão de articulação intercampi para tratar dos assuntos do EAD. Essa campanha abarca a precarização do nosso ensino, o comprometimento da saúde mental dos estudantes etc. O documento (manifesto) traz como base essas ideias e abre a possibilidade da assinatura dos CAs.

– Chau: Acha importante discutir, para além da assinatura do documento, a reflexão sobre a relação do que está escrito no manifesto com o que estamos experienciando na nossa vida acadêmica e pessoal em relação ao ensino remoto no momento atual.

– Mariana: Faz a leitura do documento do manifesto.

– Fernanda: Considera que o quórum baixo deve ser levado em consideração para a impossibilidade de se votar a assinatura ou não, e que o mais importante é a discussão dos pontos colocados no documento. Acrescenta questão relativa ao plano de desenvolvimento institucional (PDI), que está com vencimento para esse mês, de forma que a elaboração do novo PDI está em processo. Aponta que no PDI já existem fatores concretos que apontam para uma intenção de manutenção do ensino remoto nas universidades para além da situação de pandemia. 

– Mariana: Aponta que concorda com todos os pontos trazidos pelo documento e que se sente contemplada por ele. Comenta que se a assinatura fosse por pessoa física já teria assinado, mas que, pelo esvaziamento recorrente das ROs, não enxerga uma perspectiva de discussão com toda a medicina sobre esse assunto, sobre os pontos trazidos e sobre uma possível assinatura. 

– Chau: Propõe pensarmos em novas formas de como trazer esses tópicos para a discussão. Aponta que trouxemos alguns tópicos relacionados para discussão nos espaços de formação, nos posts do instagram do CAPB (ex. mercantilização da educação, tripé universitário etc). Retoma também a questão do PDI como motivo primordial para a discussão, já que esse debate não ficará restrito à situação da pandemia

– Larissa: Aponta que tem experiências negativas em relação as ADEs, e tem experienciado uma mecanização do seu processo de aprendizado. Concorda com os pontos levantados pelo documento em relação aos prejuízos do ensino remoto para os estudantes. Declara-se contra o modo como é implementado o ensino remoto, mas também concorda que a decisão da assinatura precisa de um quórum maior, já que o tema é muito polarizante e conflitante entre os estudantes. Precisaríamos, para deliberar, ter presença de pessoas com opiniões divergentes das que já foram apresentadas pelos presentes na reunião e pelo próprio manifesto.

– Amanda: Pergunta se seria possível convocar uma RE tendo essa como pauta única para tentar chamar mais pessoas. Na ocasião das primeiras reuniões, antes da implantação oficial do ensino remoto, aponta que era contra as ADEs. Na situação atual, em sua realidade, ressalta que tem tido experiências positivas, que têm conseguido lidar bem com os conteúdos, apesar da sobrecarga. Aponta que não assinaria o manifesto, que acredita num meio termo em relação ao que é apontado no documento e sua experiência particular. 

– Fernanda: Sente que, na época da aprovação do ensino remoto na Unifesp, não foi possível dissecar os pontos relativos às ADEs. Ressalta de novo que a abertura das universidades ao ensino à distância não é algo apenas relativo à pandemia atual. Aponta que a carta coloca a questão da perda do tripé universitário, e colocação da universidade com uma concepção puramente técnica, que visa somente a entrega de um diploma. Aponta a problemática de se assumir uma sensação de normalidade por meio das ADEs, impossibilitando a atenção aos estudantes que não têm formas de acompanhar o ensino remoto. Aponta a contrariedade da ação do MEC em distribuir chips para os estudantes acompanharem as ADEs, em correlação ao desfinanciamento da permanência estudantil na falta que observados de coisas básicas como alimentação e moradia estudantil. 

– Chau: Aponta que mesmo se as ADEs tivessem seguindo a portaria da PROGRAD, não ultrapassando certo limite de horas diárias e buscando ao máximo possível preservar a saúde mental dos estudantes, ainda assim não seria aceitável, pois o intuito da universidade não é só fornecer diploma, mas sim cumprir a promoção do tripé universitário. 

– Larissa: Aponta a reflexão do Chau como positiva, afirma que não havia pensado nisso antes. Concorda, mas afirma que mesmo que se tudo estivesse regularizado, não seria um prejuízo tão grande aos estudantes, mas ainda prejudicaria as pessoas que precisam, por questões de permanência, terminar a graduação em 6 anos. Aponta que o conceito ideal de universidade não é condizente com a sociedade que vivemos.

– Chau: Pensa que o projeto de universidade atual não serve para os propósitos que deveria servir. Não é, de fato, algo realista nem viável no modelo de sociedade em que vivemos. Porém, nunca será, se não trouxermos a reflexão para dentro dos espaços. Não devemos ter medo das coisas que parecem utópicas, pois elas podem ser alcançadas se houver organização. Aponta uma mentalidade mercantil e tecnicista enraizada na mente das pessoas quando se pensa na ideia de se precisar, necessariamente, se formar no mínimo de tempo possível.

– Fernanda: Reitera que essa necessidade de se formar no tempo mínimo possível é sustentada pela pouca permanência estudantil que existe para respaldar os estudantes, que não está restrita ao momento atual. Aponta que o caráter elitista da universidade se inicia no vestibular e continua por todo o ciclo (ex: a volta do quinto ano que ocorreu sem levar em conta as medidas de permanência – alimentação, transporte etc). Aponta a necessidade de se pensar uma universidade alternativa a essa, olhar para a realidade e entender o quanto ela é absurda. 

– Larissa: Concorda com a luta, mesmo sendo por razões utópicas. Esclarece que quando apontou o meio termo, pensa nas pessoas que não tem esse pensamento de luta como ideologia. Acredita que a opinião das pessoas em querer terminar o curso rápido deve ser considerada, mesmo quando elas não dependem de medidas de permanência. Aponta que não sabia da inclusão da questão do ensino remoto no PDI, e que a elaboração de posicionamentos apoiando as ADEs seria prejudicial a nós mesmos, porque endossaria a inclusão do ensino remoto como “novo normal”.

– Chau: Proposta sobre o manifesto: já que houve a discussão do teor do texto como um todo, podemos fragmentar alguns tópicos do manifesto e trazer para as próximas ROs, para conseguirmos discutir mais profundamente os pontos dele. Aponta a possibilidade de chamar uma reunião tendo essa como pauta única. 

Encaminhamento:

– Trazer como pautas das próximas ROs, fragmentos do manifesto para serem discutidos mais profundamente / chamar uma roda de conversa tendo como pauta única a questão do ensino remoto e os pontos trazidos no manifesto – APROVADO POR CONSENSO

III. RETORNO PRESENCIAL DO QUINTO ANO E ALIMENTAÇÃO

– Fernanda : Fez a proposta de chamarmos uma reunião aberta com estudantes do campus São Paulo para os Centros Acadêmicos de São Paulo, a fim de que discutiremos as problemáticas de não terem sido dadas alternativas por parte da universidade em relação a alimentação dos estudantes que voltaram e pr pensarmos ações coletivas frente a isso. Não houve, porém, grande engajamento por parte das gestões dos CAs com relação a proposta. Acabou ficando muito próxima a data que havíamos proposto, a saber domingo (30/08). Sugeri então domingo (06/09) e conversei com o Isaac e com o Chau para, nesse meio tempo, visando massificar essa reunião, publicizarmos a questão com post nas redes.

– Larissa: Colocou que as postagens podem se iniciar na quinta, pois, para quarta, já existem postagens pendentes no planejamento da comunicação. Daí o departamento de comunicação pensou:

* Post na quinta-feira sobre o que está acontecendo; vamos abordar os dados dos formulários passados pelos CAs, sobre alimentação, transporte e as contradições do retorno presencial e permanência estudantil
* Post na sexta-feira sobre o relato dos alunos
* Stories de divulgação da reunião de domingo + divulgação mais difusa nos grupos, assim que estiver definida a data

– Chau: colocou sobre a necessidade de confirmação dos CAs ainda sobre a reunião acontecer de fato no próximo domingo. Mas que podemos fazer a divulgação sobre a situação como proposto apesar da reunião marcada para o domingo. Apontou que o Isaac colocou algumas contribuições para o formato do post. 

Encaminhamentos:

– Post na quinta-feira sobre o que está acontecendo: abordando os dados dos formulários passados pelos CAs, sobre alimentação, transporte e as contradições do retorno presencial e permanência estudantil;

– Post na sexta-feira sobre o relato dos alunos que retomaram sem alimentação;

– Stories de divulgação da reunião de domingo (no caso de ser confirmada) ;

– Divulgação mais difusa nos grupos, assim que estiver definida a data da reunião aberta com os estudantes.

(APROVADO POR CONSENSO)

IV. CineCAPB

– Larissa: abriu a pauta colocando que precisávamos escolher o próximo filme a ser debatido no próximo CineCAPB.

– Fernanda: Colocou no chat da escolha ser feita por meio de sorteio no departamento de comunicação pois estávamos com baixo quórum e extrapolamos bastante o teto estabelecido inicialmente para a reunião.

Encaminhamento:

– O filme que a ser assistido e debatido no próximo CineCAPB será tirado por sorteio pelo departamento de comunicação. (APROVADO POR CONSENSO)

Estiveram presentes:

Mariana Prete
Larissa Parra
Fernanda Camargo
Isaac Costa
Vinicius Reis
João Vitor Chau
Amanda Vieira
Rafael Prado
Maria Luiza Aguiar

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